quase tudo me comove,
porque eu por tudo passo,
nada se move.
A vertigem,
que sinto quando me vejo,
quando o chão ao pé me falta,
imagem que não desejo.
Déjà vu, um filme que se repete,
dominando minha mente,
anulando os meus atos.
A retina,
minha vista embotada,
de cansaço e apatia,
de fuligem e poeira.

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